© PNUD Angola,2020

Os que menos têm podem acabar sendo os que mais perderão com a crise provocada pela pandemia da COVID19. Os mais vulneráveis devem ser protegidos. Com isto em mente, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) uniram-se aos esforços do Ministério da Administração do Território (MAT) para garantir o funcionamento seguro dos mercados informais. Os 51% da população em pobreza multidimensional, o alto desemprego (31,8%) que afecta principalmente os mais jovens e as mulheres, e a alta percentagem de angolanos sobrevivendo do emprego informal (72%) devem estar no centro da resposta integrada à pandemia do COVID-19.  

O objectivo é apoiar a continuidade da vida económica e produtiva de Angola, garantindo que as famílias de baixa renda consigam manter os seus principais meios de subsistência, de onde tiram o pão de cada dia, durante estes tempos difíceis. Para tal, e como a ameaça do COVID-19 não deve ser subestimada, devem ser adoptadas nos mercados medidas de biossegurança.

Milhares de pessoas estão a ser directamente afectadas pelas medidas necessárias tomadas para conter a propagação do coronavírus, que abalou as estruturas económicas, financeiras e de saúde de todas as nações do mundo.

O funcionamento seguro dos mercados através do cumprimento mais rigoroso das medidas sanitárias e orientações de segurança emitidas, é possível evitar encerramentos, garantir a continuidade das actividades mercantis de vendedores e o acesso a bens básicos pelas famílias nos mercados. 

A sustentabilidade das famílias angolanas e o recurso aos mercados internos ganham ainda mais importância, quando observamos os efeitos da pandemia do COVID-19 sobre os preços do petróleo, tão determinante para o Orçamento Geral do Estado.

O PNUD continua comprometido com a erradicação da pobreza e das desigualdades, e declara o seu apoio aos esforços de resposta do Governo à crise, em coordenação com as agências da ONU.

 

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