O representante Residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Angola, participou esta terça-feira no Diálogo Nacional sobre a Sustentabilidade Ambiental, ao lado do Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Dr. Filipe Zau, o Embaixador do Quénia, Dr. Josphat K. Maikara e a Secretária de Estado do Ambiente, Dra. Paula Francisco.

Foi um encontro de auscultação com altos membros do Governo e representantes séniores de vários sectores sociais para, juntos e de forma inclusiva, se preparar um relatório sobre como melhorar o ambiente no país e no planeta. Este parecer será depois apresentando na reunião internacional Estocolmo+50, na Suécia, dias 2 e 3 de Junho, por uma delegação angolana que será presidida pela Ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira.

No seu discurso, o Representante Residente do PNUD, Edo Stork, lembrou que Angola tem uma das maiores diversidades de ecossistemas em África, mas as “acções humanas têm um papel preponderante sobre o ambiente”. Edo referiu as conclusões do último relatório do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas, que dava conta que "os riscos para o nosso planeta nunca foram maiores como na actualidade" e que são os mais vulneráveis que sentem os efeitos mais pesados das alterações climáticas.

Como “agência que lidera agenda do desenvolvimento no sistema da ONU”, o PNUD apoia os Governos a criarem “condições favoráveis para uma recuperação inclusiva, resiliente e verde” a nível global, acrescentou. Assim, “estes diálogos nacionais” criam uma oportunidade e um espaço de reflexão “sobre como cuidarmos do nosso bem comum, o Ambiente, e como construirmos uma sociedade mais resiliente”.

Foram feitas apresentações sobre acções para alcançar um planeta saudável e a prosperidade de todos, como conseguir uma recuperação sustentável e inclusiva da COVID-19 e como acelerar a implementação da dimensão ambiental do desenvolvimento sustentável no contexto da década de acção e de desenvolvimento sustentável. Os participantes partilharam a sua opinião sobre os temas discutidos.

O encontro Estocolmo+50 global, organizado com apoio dos Governos da Suécia, do Quénia e do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), será uma ocasião para promover a importância de proteger o planeta. Serão estudadas as melhores opções para se estabelecer um caminho para ultrapassarmos as crises planetárias das alterações climáticas, da perda da natureza e da biodiversidade, da poluição e do desperdício.

Nas últimas semanas, o PNUD tem realizado consultas públicas em diferentes províncias do país e continuará a fazê-lo até ao final do mês de Maio. O objectivo é estimular um diálogo inclusivo entre toda a sociedade e todo o governo sobre a agenda ambiental e analisar o estado do país, que medidas foram tomadas e o que mais poderá ser feito.

As consultas públicas são uma oportunidade para colher recomendações claras para o governo, sociedade civil e sector privado sobre acções prioritárias para avançar as políticas e medidas nacionais e sectoriais sobre as alterações climáticas. É também um fórum que permite amplificar as vozes dos mais vulneráveis, jovens, mulheres, grupos indígenas, comunidades locais, e grupos marginalizados que têm sido tão afectados pelas alterações climáticas.

Os temas mais debatidos até a data foram relacionados a gestão de resíduos nos meios urbanos e suburbanos, a agricultura sustentável e a protecção das florestas, ecossistemas e biodiversidade. Os participantes foram partilhando experiências e iniciativas para proteger o planeta e contribuir para o desenvolvimento sustentável.

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