O PNUD tem tolerância zero para isso - não representa quem somos como organização!

Os movimentos #MeToo e #TimesUp reforçam o compromisso das agências da ONU a olharem para si e destrinçar o que poderia fazer para melhorar seu ambiente de trabalho. Todos nós precisamos nos envolver em uma discussão sobre a questão do assédio sexual no PNUD e como podemos responder a isso juntos para criar um ambiente seguro para todos nós.

Para aumentar a conscientização sobre o que constitui exploração e abuso sexual, e também entender as expectativas em termos de prestação de contas e responsabilidade individual, bem como direitos, na quinta feira, dia 5 de Setembro de 2019, o PNUD organizou uma sessão de aprendizado sobre o tema ‘Prevenção de Abuso e Exploração Sexual e Abuso de Poder’, com o objectivo de discutir sobre o ambiente do escritório que queremos e consequentemente derivaram várias medidas para impedir o assédio sexual em nosso escritório e o risco de exploração e abuso sexual e também do abuso de poder. O PNUD tem tolerância zero para isso - não representa quem somos como organização!

De igual modo, desenvolveu-se no dia 18 de Outubro de 2019, no escritório do PNUD em Angola uma outra sessão de aprendizado sobre o mesmo tema para todos novos funcionários. Além dessas sessões, todos funcionários têm que fazer dois dos cursos mandatórios:   curso das Nações Unidas sobre Prevenção de Assédio, Assédio Sexual e Abuso de Autoridade e o curso ‘Prevenção da exploração sexual e abuso da população local (PSEA)’.

O compromisso pessoal do Administrador Geral do PNUD é de erradicar o assédio sexual e a exploração e abuso sexual no PNUD e assegurar que o local de trabalho do PNUD seja harmonioso, baseado no respeito livre de medo e de qualquer forma de assédio.

Saiba mais sobre o tema ‘Prevenção de Abuso e Exploração Sexual e Abuso de Poder’

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