Foto de família após o evento oficial do Dia da ONU no Ministério das Relações Exteriores de Angola. ©ONU Angola

Nesta quinta-feira, 24 de outubro, marca o Dia das Nações Unidas. Declaração do Secretário-geral, António Guterres, marca mensagem divulgada neste 24 de outubro; há 74 anos, a Carta da ONU entrava em vigor.

O Secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que “nestes tempos de rápidas mudanças, as Nações Unidas permanecem focadas nos problemas reais de pessoas reais.

Carta da ONU

Em mensagem, António Guterres disse que a organização destaca “os ideais duradouros da Carta da ONU.” Segundo ele, “entre os mares revoltos do globo”, o documento continua sendo uma “âncora moral compartilhada.”

Ele disse que a ONU está trabalhando por uma globalização justa e uma acção climática ousada. Também está a impulsar os direitos humanos e a igualdade de género e dizendo “não” a qualquer tipo de ódio.

Segundo o Secretário-geral, as Nações Unidas esforçam-se para manter a paz e, ao mesmo tempo, levamos “ajuda vital a milhares de pessoas em meio a conflitos armados.”

No próximo ano, as Nações Unidas marcarão o seu 75º aniversário. O Secretário geral termina sua mensagem dizendo que esse é um “momento crítico” para moldar o futuro da organização e convida todas as pessoas a participar da conversa.

Em Angola

Em Angola, a cerimónia oficial de celebração do Dia das Nações Unidas foi co-organizada pelo Ministério das Relações Exteriores (MIREX) e a ONU. O evento contou com a intervenção do Secretário de Estado das Relações Exteriores, Téte António, antecedida pelo discurso de abertura do Coordenador da ONU em Angola, Paolo Balladelli. O Coordenador lembrou que “Não deixar ninguém para trás é o sonho de todos nós!” e felicitou o Executivo pela “vontade manifesta de harmonizar o país com os valores da comunidade internacional”, tal como espelhado na recente ratificação de três tratados internacionais de Direitos Humanos. “Numa época de grandes desafios para todos os povos: pelas desigualdades económicas, os conflitos e as ameaças para a vida do planeta, precisamos de países [como Angola] assim, fortes, comprometidos com os valores universais e dedicados ao bem comum, para abrir e acelerar caminhos de igualdade, de paz e de defesa do planeta, onde ‘ninguém vai ficar atrás’”, acrescentou Paolo Balladelli. O Coordenador terminou a sua intervenção defendendo que “com a vontade de todos, podemos construir um mundo mais pacífico, mais sustentável, justo, seguro e inclusivo”.

Por seu lado, o Secretário de Estado das Relações Exteriores, Téte António agradeceu o apoio contínuo que o Gabinete do Coordenador Residente e as Agências, Programas e Fundos das Nações Unidas têm dado ao país, salientando que reiteram o “reconhecimento pelo apoio especial prestado através de financiamentos de projectos sociais em áreas que impulsionarão o desenvolvimento humano e social, o crescimento económico inclusivo e sustentável de Angola, bem como o apoio em situações de emergência, como a seca que afecta presentemente o Sul do país”.

Participaram da celebração vários membros do Executivo angolano, como Ministros e Secretários de Estado, Embaixadores presentes em Angola, representantes da sociedade civil e das Agências das Nações Unidas com presença no país.

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