Arranca esta segunda-feira a primeira fase do programa de inovação e-Voluir, criado pelos escritórios do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), em conjunto com a Fábrica de Startups, o maior hub de inovação do Rio de Janeiro, no Brasil. O e-Voluir nasceu da realização de que a COVID19 veio alterar significativamente a realidade económica e social destes cinco países (Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe) e que é necessário apostar na inovação, criatividade e até tecnologia para encontrarmos soluções para os novos desafios de hoje e de amanhã.

O concurso pedia mentes criativas, inovadoras e perspicazes com soluções nas áreas de “e-Governança e Transformação Digital” e “Trabalho e Economia” e, em poucas semanas, mais de 800 angolanos se inscreveram. Destes, apenas 12 foram seleccionados em cada país.

A primeira fase, tida como a semana da ideação, irá começar simultaneamente em todos os cinco países, já que o programa é online e gratuito. A partir desta segunda-feira e durante uma semana, os candidatos seleccionados vão receber mentoria e apoio do PNUD e da Fábrica de Startups para testarem as suas ideias.

Numa mensagem de vídeo transmitida na cerimónia de abertura do programa, os Representantes Residentes dos Escritórios do PNUD nos PALOP destacaram que um dos objectivos do e-Voluir é o “fortalecimento do ecossistema de inovação dos países de língua portuguesa”.

Em Angola, o programa de inovação está a ser coordenado pelo Laboratório de Aceleração do PNUD, com o apoio do laboratório de inovação digital angolano, Disruption Lab, powered by ATLANTICO. Este último auxiliou na escolha e formação dos mentores que vão acompanhar os candidatos e disponibilizou o seu espaço de co-working, no centro de Luanda, para as equipas que precisarem possam trabalhar presencialmente durante esta semana de ideação.

Entre os mentores, que já receberam formação para apoiar o projecto, estão profissionais do Disruption Lab, powered by ATLANTICO, como Daniria Yagnye, Manuel Ernesto e Iracelma Faustino, um representante da Secretaria de Estado do Trabalho e Segurança Social, a consultora Gorete Capilo Leitão, Virgílio Monteiro, profissional do Banco BAI, Francisco Capitia, profissional do Banco Millennium Atlântico, o responsável pelo Departamento de Ciências Sociais Aplicadas do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências, Alexandre Ernesto e a fundadora da Gestão Profissional, Anabela Marcos. Eles trabalham em áreas diversas, o que vai aumentar a abrangência de conhecimentos e capacidades do programa.

Além da mentoria, os participantes do e-Voluir poderão participar dos workshops sobre design thinking e metodologias de inovação, bem como também manter o contacto directo com outras startups, empresas e investidores locais e estrangeiros.

Enquanto isto, continuam abertas as inscrições para a segunda fase do e-Voluir, que vai contemplar apenas startups já constituídas. Estas terão de apresentar propostas nas áreas de “Mitigação de Desastres”, “Resiliência Comunitária” e “Mobilidade”, contando com o mesmo apoio dos mentores para desenvolverem os seus projectos e criarem ideias viáveis no mercado angolano. As inscrições podem ser feitas no site https://www.ao.undp.org/content/angola/pt/home/imprensa/e-voluir--programa-do-pnud-procura-pessoas-com-ideias-inovadoras.html

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