Foto dos Participantes do Seminário. UNDP Angola

Angola da mais um passo para limitar o uso dos principais gases químicos proibidos que afectam a camada de ozono e ainda são comercializados em Angola, bem como  a entrada e venda  em território nacional.

Para o efeito, realizou-se o Seminário de Capacitação sobre o Controlo de Importação e Exportação de Substâncias que Empobrecem a Camada de Ozono, organizado pelo Ministério do Ambiente, com o apoio do PNUD. O workshop ocorreu nos dias 30 e 31 de Outubro, e foi direccionado para a polícia fiscal, agentes do SIC, polícia fiscal, agentes alfandegários,  técnicos do comércio, e técnicos do Ministério do Ambiente, pois são os responsáveis por controlar a entrada e comercialização destas substâncias.  Foram também apresentados os acordos e protocolos internacionais assinados por Angola sobre esta matéria.

“Para nós que trabalhamos ao longo da fronteira é sem dúvida uma grande oportunidade”, disse João Nguengue, Agente da Polícia Fiscal. “Nós não sabiamos. Há coisas que nos passaram por falta de informação. Se verificarmos nos portos, vamos encontrar certas situações que perigam a vida humana e tenho a certeza de que vamos aplicar o que acabamos de aprender, tanto nas fronteiras, como nas nossas casas”, continuou.

Gisela Macamba, Técnica da Alfândega, gostou de ter aprendido “técnicas de como identificar essas substâncias quando são importadas” e de perceber quais são os gases “considerados alternativos que podem entrar, com base nas licenças dos organismos que controlam a circulação dessas substâncias no país”.

Em representação do PNUD, Keita Sugimoto agradeceu a participação dos presentes e elogiou o engajamento dos mesmos pela defesa da camada de ozono e do ambiente. Referiu que a nível mundial tem havido maior preocupação com o ambiente e o clima e têm sido adoptados mecanismos eficazes para proteger a camada de ozono, mas que ainda há muito a fazer.  Nos últimos 30 anos temos contribuído para reverter reverter o  buraco do ozono, no âmbito do Protocolo de Montreal que agrega 197 Países. “Somos parte deste grande esforço e vocês têm a tarefa de continuar neste sentido, a proteger a camada de ozono, nas vossas províncias” e com o vosso trabalho, afirmou Keita Sugimoto.

“O que fizerem com estes conhecimentos nos próximos anos, vai trazer mudança para o mundo”, afirmou, após entregar os diplomas aos participantes.

Da parte do Ministério do Comércio, António Fonseca destacou que tem de se “melhorar a inspecção e fiscalização”, visto que por vezes é difícil identificar os produtos pois eles “vêm muito adulterados e deteriorados”.

Do SIC- Departamento de Combate ao Tráfico Ilícito de Metais Preciosos e Crimes contra o Ambiente, Nelson Segunda destacou que, além da formação, as entidades devem investir no acompanhamento da implementação do que foi aprendido no seminário. “Estão a investir no homem, mas é preciso acompanhamento de todo o resto”, afirmou Nelson Segunda.

O formador especialista, Leonardo Pollack, ensinou aos presentes técnicas para detectar e travar o tráfico ilícito destas substâncias, visto que são muito prejudiciais ao ambiente. Falou-se também sobre a contrafação, contrabando e a adulteração das substâncias, como são usadas e que outras alternativas podem ser implementadas, para proteger o ambiente. 

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