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A valorização e conservação da biodiversidade é cada vez mais uma prioridade de todos os que desejam proteger a vida e a riqueza dos nossos ecossistemas e hoje, Dia Internacional da Biodiversidade, 22 de Maio, torna-se imperativo apelar a que mais pessoas se juntem a esta causa nobre. O lema deste ano diz-nos que “Nós somos parte da solução para a Natureza” e que é possível continuarmos a crescer e desenvolver de forma sustentável como parte integrante desta diversidade ecológica.

Angola é um país rico em biomas e ecossistemas, associados à diversidade de climas e fisiografia do território. O apresenta 7 biomas e 15 ecorregiões, tornando Angola no país africano com maior número de biomas e o segundo com maior número de ecorregiões (depois da África do Sul). Angola reconhece a importância de se zelar pela vida animal e vegetal e, com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Angola e o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), tem dado passos firmes nesta direcção.

A colaboração entre o PNUD e o Governo de Angola através do Ministerio da Cultura, Turismo e Ambiente (MCTA) data de vários anos e que conta com um investimento de mais de 30 milhoes de dólares americanos em projectos de conservação da biodiversidade, gestao sustentável das florestas, promoção de energias renováveis, gestão de recursos hídricos partilhados com outros paises (aguas internacionais), alterações climáticas entre outros. Estas accoes reflectem-se em resultados com  a ratificação do Acordo de Paris, no ano passado, o desenvolvimento em curso das Contribuições Nacionalmente Determinadas, e os vários projectos implementados pelo Instituto Nacional da Biodiversidade e Áreas de Conservação (INBAC), o mostra que, o país tem demonstrado o seu compromisso de valorizar a riqueza biológica do país, como forma de alcançar o desenvolvimento sustentável.

No ano passado, o Ministério do Ambiente, Cultura e Turismo, com o apoio do PNUD, organizou também mais uma Mesa Redonda sobre o Clima, um evento em que se discutiram os efeitos perversos das alterações climáticas sobre a fauna, a flora e as actividades humanas e que medidas devem ser adoptadas pelos principais agentes para mitigar os seus efeitos. Este encontro de alto nível contou com a participação de parceiros como a União Europeia, Embaixadas e parceiros de desenvolvimento. Isto demonstra o grau de compromisso em preservar a diversidade ecológica do pais face as adversidades impostas pelas alterações climáticas.

A legislação sobre as áreas protegidas, que ainda era do tempo colonial, foi actualizada, bem como a interligação entre a conservação e a gestão dos recursos naturais e o papel das comunidades locais, já que não é possível falar sobre a natureza sem falar da influência das pessoas. A propósito desta questão, está a ser estudada, com o Ministério do Ambiente, Cultura e Turismo uma estratégia para integrar as comunidades locais nas actividades de gestão de áreas protegidas. Nos Parques Nacionais da Quiçama e Cangandala, por exemplo, discute-se a hipótese de se implementarem actividades de turismo baseado na natureza que beneficiem as comunidades locais.

O PNUD acredita firmemente que a natureza está no centro do desenvolvimento humano. Todos os seres vivos, principalmente os humanos, dependem da natureza para terem ar, água, comida, saúde, segurança, bem-estar e sucesso. Sendo assim, é crucial encontrarmos uma nova maneira de promovermos um desenvolvimento que não sacrifique o ambiente. Esta será uma nova era do desenvolvimento humano. 

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