Para enfrentar os desafios em cascata do século 21 e salvaguardar a vida, a saúde e os meios de subsistência de todas as pessoas, devemos reduzir os riscos sistémicos.

Fraca governança, pobreza crescente, perda de biodiversidade, ecossistemas em colapso e a urbanização rápida não planeada são factores interligados que aumentam o risco de desastres.

Deixados sem solução, eles agravam a intensidade e a frequência dos desastres e aumentam a necessidade de assistência humanitária.

E eles atrapalham o nosso esforço global para derrotarmos a COVID-19, adaptarmo-nos às mudanças climáticas e avançarmos melhor.

Um aviso prévio de apenas 24 horas de uma tempestade ou onda de calor poderia reduzir os danos em 30 por cento.

No entanto, muitos países de rendimento baixo e médio carecem de sistemas adequados de alerta precoce.

E quando ocorre um desastre, fracos sistemas de saúde e infraestruturas deixam-nos ainda mais vulneráveis.

Décadas de ganhos de desenvolvimento podem ser eliminados num instante.

Construir resiliência às mudanças climáticas e reduzir o risco de desastres e perdas é vital para salvar vidas e meios de subsistência, erradicar a pobreza e a fome e alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Para os pequenos Estados insulares em desenvolvimento, é uma questão de sobrevivência face ao aquecimento dos oceanos, à elevação dos mares e ao aumento das tempestades.

A redução efectiva do risco depende da cooperação internacional e da solidariedade global.

Trata-se de garantir o acesso justo e equitativo às vacinas para todos, em todos os lugares, aumentar drasticamente o financiamento e o apoio para a adaptação às alterações climáticas e construção de resiliência; e actuando no Sendai Framework.

Neste Dia Internacional pela Redução do Risco de Desastres, vamos comprometer-nos a cooperar para construir um mundo mais seguro e resiliente.

António Guterres, Secretágio-Geral da ONU

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