A desertificação não é só a expansão dos desertos existentes, mas sim a degradação da terra, transformando-a em áreas áridas e menos ferteis. É causada principalmente por actividades humanas, inclusive variações climáticas antropogênicas, por isso, a solução também deve partir da acção humana.

O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca é observado a 17 de Junho para promover a consciencialização e os esforços internacionais para combater a desertificação.

É um dia para lembrar a todos que para travar a degradação dos solos é necessário um forte envolvimento das comunidades.

Um exemplo disso é a parceria que o PNUD desenvolveu com as autoridades locais, nas províncias do sul de Angola – Huíla, Namibe e Cunene, sob o projeto FRESAN, com o financiamento da União Europeia.

Cerca de 70% dos solos terrestres foram transformados pela actividade humana, segundo o Secretário-geral da ONU, António Guterres, mas ainda não é demasiado tarde para reverter esta tendência. O Secretário-Geral lembrou que “a saúde da Humanidade depende da saúde do planeta” e que está na hora de fazermos “um novo contrato com a natureza”.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) tem apoiado ao longo dos últimos anos a resiliência das populações vulneráveis ​​e a Gestão de Riscos de Desastres Naturais, como as secas e as cheias. Desde 2016, o PNUD em colaboração com o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente está a apoiar a resiliencia das comunidades locais na bacia do Rio Cuvelai, na Província do Cunene, com financiamento do Fundo Global para o Ambiente (GEF).

Toda a coordenação provincial, a comunicação e o planeamento de contingência em campo nestas três províncias contou com o apoio do PNUD, que estabeleceu uma parceria com os governos provinciais.

Com base no Quadro de Resiliência à Seca (DRF) 2018-2022, com o apoio de parceiros, como o programa FRESAN da União Europeia, foram iniciadas intervenções em 2018 para ajudar as comunidades vulneráveis ​​a desenvolver sua resiliência a futuros desastres naturais. As complicações trazidas pela Covid-19 reforçaram a importância das comunidades locais se tornarem mais resilientes, capacitadas e capazes de se engajarem no próprio desenvolvimento local resiliente e inteligente em termos de clima, monitorando o seu ambiente e respondendo a crises e emergências.

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