Soluções integradas na luta contra o VIH SIDA são debatidas em Cabo Ledo

Mar 9, 2017

Luanda, 9 de Março de 2017. Com a presença das autoridades do Ministério da Saúde e do Ministério das Relações Exteriores - representados por Maria Lucia Furtado e Margarida Izata, respectivamente - foi iniciado hoje em Cabo Ledo, Luanda, um retiro técnico das Agências das Nações Unidas em Angola, para debater soluções contra o VIH SIDA em Angola, tema de grande prioridade para as Nações Unidas.

Com foco em resultados concretos e no trabalho integrado e consistente, OMS, PNUD, UNICEF, FNUAP, UNICEF, ONUSIDA discutiram o compromisso político com os decisores e com as comunidades; a qualidade no acesso a serviços de prevenção e atenção a grupos vulneráveis ao VIH SIDA; a diminuição do estigma; e a integração multisectorial através da Comissão Nacional.

O Coordenador Residente da ONU em Angola, Paolo Balladelli, assinalou que “os resultados das iniciativas para eliminar o VIH em Angola estão alinhados com as Políticas Nacionais, com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e com o processo de Graduação do País, o que exigirá dedicação e acções práticas, que acabem com a discriminação sofrida por pessoas que vivem com VIH e por membros de grupos de diversidade sexual”. Ainda segundo o Alto Funcionário da ONU, a assinatura da Declaração Política, em Junho de 2016, no Segmento de Alto Nível em Nova Iorque  feita pelo do Ministro da Saúde Luís Sambo, demonstra o compromisso do Governo”.

No encontro em Cabo Ledo, serão analisadas as prioridades de luta contra a SIDA  em sectores como Crianças e Adolescente, Juventude, Género, Direitos Humanos, Urbanização, Resposta Humanitária, Mudanças Climáticas, entre outros. Nestas áreas, a ONU trabalha com parceiros como a Assembleia Nacional, o Fundo Global, a Academia, o Sector Privado, as Igrejas, as organizações bilaterais e os Bancos, além do poder Executivo.

“Uns dos principais desafios na luta contra a SIDA é gerir abordagens inovadoras, que maximizem recursos disponíveis e mobilizem recursos adicionais”, comentou a Directora de ONUSIDA Sihaka Tsemo.