Executivo e Parceiros combatem a malária que é a primeira responsável pelas mortes em Angola

Apr 25, 2016

Luanda, 25 de Abril de 2016.  A luta contra a malária em Angola tem produzido importantes resultados nestes últimos anos. Uma diminuição do número de crianças com o plasmódio da malária na sangue (-40%) e de mortes (-23%), fazem parte das evidências apresentadas no último Estudo MIS que foi realizado no ano de 2011. Contudo, dados sobre a malária nas estatísticas do Ministério da Saúde (MINSA), apontam mais de três milhões de doentes no ano 2014 e muitas mortes como consequência desta epidemia.

Este ano, as intensas chuvas no país determinaram um aumento de duas a três vezes o número de doentes por malária ou paludismo. Salienta-se que esta é uma epidemia com graves consequências para a vida, o bem-estar das famílias e a sua capacidade produtiva que atinge negativamente os recursos das famílias assim como repercute nos negócios de alavanca do sector privado.

O MINSA e os parceiros (USA, Fundo Global, ONU, Cooperação cubana, entre outras entidades), estão a empreender acções de grande envergadura para combater a doença no âmbito da luta ao vector, no melhoramento do meio ambiente e na assitência aos casos. Contudo, o Estado e os seus parceiros deverão considerar a integração dos esforços de todos os sectores e aumentar os esforços técnicos e financeiros, para prevenir a doença, assim como permitir o acesso ao tratamento adequado para a população, incluíndo dotar as famílias de redes impregnadas. A comunidade também terá que complementar tais esforços, mobilizando interesses e os compromissos através da sua participação activa em todas as fases da resposta à epidemia da malária.